Sábado, 10 de outubro de 2026 · Salvador, BA

EUA capturam Nicolás Maduro em operação militar e assumem controle da Venezuela

Os EUA capturam Nicolás Maduro em operação militar massiva, anunciando controle temporário da Venezuela para garantir uma transição política segura.

As forças militares dos Estados Unidos realizaram a captura de Nicolás Maduro neste sábado (3/1), em uma ação de grande escala denominada “Operação Resolução Absoluta”. Durante um pronunciamento oficial na Flórida, o presidente Donald Trump confirmou que o governo americano assumirá a administração temporária da Venezuela até que uma transição política seja concluída. A operação coordenada entre a CIA e o Departamento de Defesa envolveu mais de 150 aeronaves e resultou no desmantelamento dos sistemas de defesa venezuelanos, culminando na detenção de Maduro, que foi levado para o porta-aviões USS Iwo Jima.

Administração americana e justificativas para a intervenção

O governo dos Estados Unidos justificou a intervenção citando o envolvimento de Maduro com o narcoterrorismo e o Cartel de los Soles. Trump afirmou que sua equipe, incluindo o Secretário de Estado Marco Rubio e o Secretário de Defesa Pete Hegseth, trabalhará para “realizar uma transição segura, adequada e criteriosa” no país sul-americano. O presidente destacou que a economia petrolífera venezuelana era um fracasso sob o regime anterior e que a gestão americana visa estabilizar a região, garantindo que o controle só retorne aos venezuelanos quando as condições de segurança forem plenamente restabelecidas.

Reações internacionais e o futuro da região

A ofensiva militar gerou respostas imediatas na comunidade internacional, com condenações de países como Rússia, China e Irã. Enquanto o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva classificou o ataque como uma violação inaceitável da soberania, o argentino Javier Milei celebrou o ocorrido. Durante a coletiva, Trump evitou estipular prazos para a retirada das tropas e declarou enfaticamente que “o povo venezuelano está livre novamente”. O governo americano também enviou alertas a outros líderes regionais e indicou que a situação de Cuba será pauta de futuras discussões estratégicas.