Segunda-feira, 28 de setembro de 2026 · Salvador, BA

Jaques Wagner chama bets de ‘cassino dentro do celular’ e defende ação de Lula em Canudos

Jaques Wagner classificou as bets como um “cassino no celular” e defendeu a ação de Lula contra o setor. O senador destacou que o governo prioriza a proteção das famílias e o combate ao endividamento causado pelas apostas online. #JaquesWagner #Bets #Lula

Jaques Wagner bets

No domingo (27), em Canudos, o senador Jaques Wagner esteve em um ato político e defendeu a investida do governo Lula contra as apostas online. A sete dias da eleição, o parlamentar comparou as plataformas a um ‘cassino dentro do celular’ e disse que o combate ao setor evidencia o compromisso do presidente com as famílias brasileiras.

Wagner direcionou suas críticas aos efeitos que as apostas online provocam dentro das casas. Segundo o senador, a população afunda em compromissos financeiros e quadros de adoecimento mental, chegando a episódios de tirar a própria vida, enquanto o dinheiro arrecadado se concentra nas mãos dos proprietários das plataformas de apostas. Ele declarou que Lula se opõe a esse modelo porque coloca à frente a defesa das famílias, e não o enriquecimento de poucos.

Conforme o parlamentar, o descontrole financeiro e o sofrimento doméstico vêm crescendo à medida que as apostas se tornaram mais simples de acessar, principalmente entre os lares de menor renda. Em sua avaliação, o Estado não pode assistir a isso de braços cruzados, sobretudo quando as empresas do ramo faturam às custas da fragilidade das pessoas.

Wagner colocou o combate às apostas eletrônicas no mesmo pacote de ações apresentadas pelo governo Lula, como os reforços no Bolsa Família e no Minha Casa, Minha Vida, a criação de novas universidades e escolas técnicas e a elevação do teto de renda mensal isento de Imposto de Renda, hoje fixado em R$ 5 mil.

O senador ainda declarou, ao longo do discurso, seu respaldo a Lula e ao governador Jerônimo Rodrigues, pediu voto para os dois e instou os militantes a procurar parentes, colegas de trabalho e moradores da vizinhança. Segundo ele, a disputa precisa se dar sem ataques pessoais, assentada em propostas e naquilo que separa os campos políticos. ‘Não precisamos xingar ninguém. Temos argumentos e um projeto que cuida das pessoas, respeita as famílias e enfrenta interesses poderosos. É hora de conversar, mobilizar e mostrar quem está do lado do povo’, declarou.

LEIA MAIS: