Sábado, 10 de outubro de 2026 · Salvador, BA

Míssil russo viola espaço aéreo da Polônia em ataque noturno

Um míssil russo violou o espaço aéreo da Polônia durante um ataque noturno à Ucrânia. O projétil caiu em área desabitada e autoridades reforçam a necessidade de fortalecer a defesa europeia contra a escalada militar. #Geopolítica #Polonia #Noticias

espaço aéreo da Polônia

O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, confirmou que um míssil russo do tipo Kh-101 violou o espaço aéreo da Polônia durante um ataque massivo contra a Ucrânia na última noite. De acordo com as autoridades polonesas, o projétil caiu em uma área rural desabitada, sem causar vítimas ou danos materiais. O governo polonês reforçou que não existem indícios de que o país tenha sido o alvo intencional da ofensiva russa, tratando o ocorrido como um desdobramento da agressão contra o território ucraniano.

Durante o incidente, a força aérea da Polônia colocou caças F-16 em prontidão para monitorar a trajetória do armamento. O inspetor da Força Aérea polonesa, major-general Ireneusz Nowak, detalhou que a Rússia disparou entre 20 e 22 mísseis Kh-101, sendo que dois deles ingressaram brevemente em território polonês antes de retornarem à Ucrânia ou colidirem. O governo está realizando o mapeamento do local da queda para uma investigação detalhada, e a Ucrânia solicitou formalmente a participação na apuração dos fatos.

Líderes internacionais, incluindo o presidente da França, Emmanuel Macron, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, condenaram a violação da soberania polonesa e reiteraram o apoio à segurança coletiva da Europa. O ministro das Relações Exteriores da Polônia, Radosław Sikorski, alertou contra a desinformação, enfatizando que o modelo de míssil utilizado é de uso exclusivo das forças estratégicas russas. Em meio à tensão, o premiê Tusk destacou a necessidade de fortalecer as defesas ucranianas para prevenir incidentes futuros, reafirmando que a segurança polonesa está diretamente ligada ao sucesso militar da Ucrânia contra a Rússia.

Imagem meramente ilustrativa. Crédito da ilustrativa: Terra

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